Algum dia da minha infância, passava na tv um comercial de um homem se barbeando, e eu admirei aquele fascinante momento que um homem passa na vida. Naquele mesmo instante fui ao banheiro, peguei o barbeador e finigi me barbear, mas rapidamente minha mãe interveio:
- Menino! O que você está fazendo! Não sabe que isto pode cortar seu rosto feio! - e lá se foi a minha diversão.
No dia seguinte, não resisti,, peguei o barbeador e começei a fingi me barbear novamente, fiquei passando de uma lado ao outro, mantendo uma distância para não me cortar, mas com o passar do tempo aquela brincadeira já estava ficando chata!
Tive uma idéia peguei o barbeador e começei a passar em uma das minha costeletas, com certo receio raspei, e não me feri! Então passei novamente até o último fio!
Quando já raspado uma costeleta, achei melhor deixar a outra pro dia seguinte. Demorou, mas a minha mãe percebeu que eu estava com apenas uma costeleta, me xingou de vários nomes,e para o meu problema a solução era cortar a outra.
Na escola, sem as costeletas, na escola, meus amigos riram de mim e perguntavam:
- Porque você fez isso?- e eu respondia:
-Ah! Promessa!
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